Hoje eu me peguei dizendo esta frase como uma afirmação: todo mundo merece uma segunda chance. O contexto era profissional, eu defendia que um erro de um estagiário não justifica um desligamento imediato. E então, eu me perguntei: e se for uma falha muito grave - um furto, por exemplo. Achei melhor transformar a frase em uma interrogação. Todo mundo merece uma segunda chance? Todavia, por alguma razão, a sentença ficou ressoando em minha mente pedindo um complemento. Então, eu a modifiquei novamente: todo mundo merece uma segunda chance desde que conceder a segunda chance ao outro não signifique tirar de você próprio esta nova oportunidade.
Com esta última versão, alguma coisa se encaixou no meu mundo particular. Sempre fui praticante da máxima de oferecer a segunda chance a todos, mas muitas vezes neguei esta segunda oportunidade e mim mesma. Em vários aspectos. É chegada a hora da minha segunda chance.
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