quarta-feira, 4 de abril de 2018

Arte, dança, balé. Tudo junto e misturado

Hoje foi dia de uma atividade acadêmica diferente. Acompanhar a apresentação do Balé do Teatro Castro Alves em uma apresentação denominada "Urbis in Motus". A proposta é trazer por meio da dança uma discussão sobre a expressão, o lugar de fala de alguns seres humanos "invisíveis" para a sociedade, que os chama de minorias. E que os agride, oprime, violenta, massacra. Fisicamente, moralmente, emocionalmente: mulheres, negros e os chamados LGBT.

Claro que não tenho propriedade para uma análise mais apurada tecnicamente ou artisticamente. Meu olhar é o olhar leigo de uma publicitária jornalista que estuda Psicologia. Não sei se foi a proposta inicial do espetáculo ou se o desenvolvimento do projeto apontou para uma necessidade de trazer um telão com elementos audiovisuais funcionando de suporte para o entendimento. Talvez eu tenha criado expectativas demais, porque isto de certa forma me trouxe um pouco de desapontamento. Dica da postagem de hoje: sua decepção (quando acontece) é do tamanho das suas expectativas. 

E a lição do dia: enquanto futura profissional de Psicologia, não posso nunca esquecer que o meu "objeto" de trabalho é a mente humana e que ela está abrigada em um corpo que existe individualmente e em sociedade. E este corpo fala, e se posiciona politicamente. 

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