Para fazer um trabalho da faculdade, precisei assistir ao documentário "Sicko- SOS Saúde", do polêmico e controverso cineasta Michael Moore. Independente das acusações da intencionalidade ideológica de Moore neste e em outros filmes e até de manipulações de fatos em decorrência desta intencionalidade, acredito que vale a pena dispensar duas horas de nossos preciosos tempos para acompanhar as cenas que nos farão pelo menos pensar sobre o assunto. A seguir, algumas poucas linhas sobre a minha reflexão.
A película Sicko- SOS Saúde, disponível gratuitamente no Youtube, mostra os sistemas de saúde no Canadá, Inglaterra, França e Cuba, em uma comparação com o sistema estadunidense. Não consegui segurar as lágrimas quando percebi que no Brasil estamos caminhando para uma situação muito próxima ao que os Estados Unidos já viviam em 2007. Um sistema de saúde totalmente mercadológico, onde não se não se cuida de pessoas, administra-se contratos. Quem não pode pagar pelos impagáveis tratamentos é jogado na calçada com a recomendação de "take care yourself". Mais do que lamentável, é revoltante.
A película Sicko- SOS Saúde, disponível gratuitamente no Youtube, mostra os sistemas de saúde no Canadá, Inglaterra, França e Cuba, em uma comparação com o sistema estadunidense. Não consegui segurar as lágrimas quando percebi que no Brasil estamos caminhando para uma situação muito próxima ao que os Estados Unidos já viviam em 2007. Um sistema de saúde totalmente mercadológico, onde não se não se cuida de pessoas, administra-se contratos. Quem não pode pagar pelos impagáveis tratamentos é jogado na calçada com a recomendação de "take care yourself". Mais do que lamentável, é revoltante.
E o mais estarrecedor de tudo é que nós, brasileiros, lutamos muito para conquistarmos um sistema público de saúde com cobertura universal e hoje desvalorizamos nossa história ao permitir o sucateamento. Escolhemos como nossos representantes pessoas que não nos representam e que a cada dia aprovam leis que não nos beneficiam nem na saúde nem em mais nada. Eu insisto em ser otimista mas é difícil enxergar perspectivas favoráveis neste caso. Como disse um dos personagens do filme, "pessoas educadas, saudáveis e confiantes são difíceis de controlar'. Essas pessoas no Brasil são minoria e menor ainda é o número delas que efetivamente age em busca de transformações. Fiquei me perguntando se não me encaixo nesta segunda categoria e o que eu posso fazer para trazer minha parcela de contribuição a uma luta tão justa e necessária.
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