domingo, 8 de abril de 2018

Quando uma animação tem muito a ensinar

Nunca fui fanática pela sétima arte, sempre preferi os livros como entretenimento. Contudo, as animações são as animações. Elas me encantam desde sempre. E a postagem de hoje é sobre uma animação: "Divertida mente", ou "Inside Out" (título original que significa algo como "do avesso").  O longa é de 2015, sucesso de público e crítica e foi vencedor do Oscar na categoria melhor animação (às vezes Hollywood acerta nas premiações).  Uma produção conjunta dos estúdios Disney e Pixar, que mostram o funcionamento do cérebro de uma garota de 11 anos que muda de cidade com os pais, nos Estados Unidos, e precisa enfrentar uma série de mudanças. 

Esta semana o filme surgiu como exemplo em uma das aulas da faculdade. E eu percebi que não tinha visto ainda. É aquela história de organizar melhor o tempo e dedicá-lo a coisas mais produtivas mas também não posso esquecer de que as coisas acontecem no tempo certo. E era hoje o dia, a hora exata, o momento. Acordei com um gesto intuitivo de procurar o filme na internet (ainda na cama) e assim o fiz. Então, comecei o dia aprendendo muitas coisas. Muitas mesmo. A ponto de ficar difícil até de explicar. Com base em conhecimentos científicos, o filme me trouxe lições preciosas. Aprendi  que nossas memórias são associadas a emoções e que todos os sentimentos são necessários. 

Sobre isso, de todos os sentimentos serem necessários, acontecimentos recentes e pessoas que entraram na minha vida me mostraram, sem nenhum embasamento científico, que não é errado sentir raiva, sentir medo. Não é fraqueza ter momentos de tristeza. O segredo de tudo é o equilíbrio, cada sentimento tem o seu momento, e eles se completam. Nenhum deve predominar. Todos são responsáveis pelo nosso desenvolvimento. Eu me vi muito na personagem "Alegria", querendo o tempo todo sufocar a tristeza até perceber que ela pode fazer muito bem. Aprendizado libertador!



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