Diz-se que antes de morrer todo ser humano deve ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro. Em uma busca rápida na internet (porque a minha curiosidade e "instinto jornalístico" são sempre maiores que a pressa) não encontrei a autoria da frase, mas algumas interpretações distintas sobre o significado das três ações. Sempre brinquei com o provérbio, conselho, recomendação, ordem ou seja lá que classificação a frase tenha. Dizia que seria imortal porque não me via nem plantando árvores, nem tendo filhos nem escrevendo livros, mas o tempo passa. O tempo voa. E a poupança Bamerindus não continua numa boa mas denuncia nossa idade (risos).
Com o passar do tempo, eu fiz algumas "adaptações" aos "mandamentos"(?). Não plantei árvores, mas já plantei plantas ornamentais e flores. Umas vingaram, outras não. Não tive filhos, mas já tentei. Com o limite etário de decisão já esticado ao máximo, percebi que a ideia da maternidade para mim sempre se materializou mais no instrumento da adoção, mas ainda não sei a causa disso. O fato é que cresce a cada dia a minha vontade de fazer o cadastro para ter um filho. Sim, assim mesmo. Faltava o livro, e até hoje achava que o blog cumpria essa missão. Sendo assim, estaria tudo perfeitamente adaptado e consideraria a missão cumprida. Até hoje, não mais.
No ano passado, quando postei o texto das borboletas no Facebook, uma conhecida falou que eu deveria escrever um livro porque gosta muito do jeito que eu escrevo. Algumas pessoas já haviam me dito isso, mas por alguma razão este novo depoimento me trouxe a pergunta: por que não? Ontem, postei um episódio do meu cotidiano no Facebook novamente e dois comentários sugeriram a mesma coisa: escrever um livro. Acho que é o universo começando a mandar mensagens para mim novamente, Agora só falta ele me mandar o tema, a inspiração. Até surgiu uma ideia, não vou mentir, mas ainda não sei se é essa. Então, quem sabe em breve não estou nas livrarias como escritora?
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