Mais cedo eu pensei em um tema para a postagem de hoje, ou melhor, ele apareceu para mim em algum momento. Eu não anotei e no meio da correria... se perdeu. E como a gente tem que trabalhar com o que tem, automaticamente o tema mudou para lapsos de memória (risos). Brincadeiras à parte, já que não tenho nenhum conhecimento para falar sobre o assunto, não sei sobre o que escrever. Há tempos venho ensaiando dissertar sobre a importância da visão do outro na construção de mim mesma, mas é algo que preciso de mais tempo para escrever e agora não tenho essa disponibilidade.
Pronto, lembrei de uma coisa que eu li que se encaixou perfeitamente em um aspecto da minha vida atualmente e que foi uma lição para mim: a diferença entre insistir e persistir. Insistir é quando você faz determinada coisa sempre do mesmo jeito, ainda que espere resultados diferentes. Persistir, por outro lado, é mudar a forma de fazer (ainda que se queira o mesmo resultado!). Achei isso bem interessante e percebi que embora eu não desista fácil nem das coisas nem das pessoas, eu ando insistindo em alguns pontos quando eu deveria persistir.
Eureka!!! Sei que posso precisar usar toda a minha (quase) infinita paciência e que terei que em algum momento avaliar e decidir se é hora de entregar os pontos ou não. Entretanto, eu não saberei o que pode acontecer se eu não fizer. O máximo que vai acontecer é continuar tudo do jeito que está, então, vale a pena tentar.
Ah, que fique claro que não estou dizendo que persistir é sempre melhor. Certamente há situações onde insistir é mais apropriado. O que importa é compreender a diferença para saber fazer boas escolhas em cada caso. Insistir ou persistir? Eis a questão.
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