terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Não deixe para amanhã o que pode começar hoje.

Está cada vez mais natural para mim a escrita diária, adquirir um novo hábito pode ser muito mais fácil do que pensamos. A pouco mais de uma semana de completar os 21 dias supostamente necessários para a criação/consolidação de um hábito, eu estava pensando que dois fatores foram fundamentais nessa empreitada e acho que isso pode ser aplicado a diversas áreas de nossa vida. O primeiro deles foi transformar a decisão em ação e o segundo foi não esperar o "melhor momento" ou uma data para um início clássico - o começo (da semana, do mês, do ano...). 

A partir do instante em que se tem a vontade ou necessidade de fazer algo, é preciso transformar isso em uma decisão. Eu vou fazer. Decidido, comece imediatamente porque isso faz toda a diferença. Não há dúvidas de que agir no calor da emoção, nestes casos, é a melhor solução. Se a gente não começa imediatamente, começamos a autossabotagem. Enxergamos as dificuldades com mais clareza do que os pontos favoráveis, deixamos a preguiça se instalar e a procrastinação nos dominar. Por outro lado, se começamos imediatamente isso fica mais difícil de acontecer. 

Os primeiros dias de um novo hábito não são fáceis. O cérebro quer algo que ele já conhece, adora uma zona de conforto e fica o tempo inteiro tentando nos levar de volta ao hábito anterior (ou a falta dele). Quando isso acontece, precisamos tomar as rédeas da situação e seguir adiante. A motivação vai decidir a parada (isso mesmo, em alguns raros momentos eu uso gírias hehehe), o compromisso que você assumiu com você mesmo não pode ser quebrado. Até, porque, se você interrompe o hábito antes dos 21 dias terá que começar tudo novamente. Use a preguiça a seu favor. 

Foi pensando nestas coisas que tomei decisões importantes neste feriadão natalino. E agi. Por causas ainda desconhecidas por mim tive momentos de... como devo chamar?? Descontrole emocional? Talvez seja uma boa nomenclatura. O estresse com questões profissionais (e talvez mais alguma coisa) desencadeou uma busca pelo prazer em outra coisa. A válvula de escape desta vez pode ser chamada de: comida.

Falarei sobre a minha relação com a comida em outra abordagem, por ora vamos concentrar neste fato: ganhei peso e comecei a ficar insatisfeita com a minha imagem no espelho. Pior que isso, comecei a sentir os efeitos negativos das minhas más escolhas na alimentação quando a sobrecarga de peso afetou instantaneamente os meus joelhinhos. É incrível como um grama pode fazer diferença. E foram 4 mil gramas (ou mais). 

E assim, eu lembrei da importância de transformar a vontade/decisão (eliminar peso extra) em ações que garantam o alcance dos meus objetivos. E imediatamente. Não esperei a segunda-feira chegar. Fiz aquela faxina nos armários e geladeira e simplesmente joguei fora tudo que não me ajudaria a chegar onde quero. Uma ação simples, com grandes resultados. Reorganizei minha alimentação, minha rotina de treinos e minha paciência e tolerância comigo mesma desde ontem (e foi feriado). Não há passe de mágica que mande embora os quilinhos extras em segundos, é preciso ter calma e determinação. O primeiro passo já foi dado, agora é seguir adiante e perdoar a mim mesma nos tropeços (não há nada mais humano que eles, mas o que importa é levantar e continuar caminhando).

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