Domingo de muita movimentação nas redes sociais. Uns lembram o passado e trazem a recordação do fatídico 8 de julho de 2014 - quando a seleção brasileira foi derrotada pela Alemanha pelo inesquecível placar de 7x1 em uma partida válida pelas semifinais da Copa do Mundo daquele ano. Detalhe: uma Copa disputada em território brasileiro. Para mim, o maior vexame não foi o placar, foi perceber nitidamente que a Alemanha "tirou o pé" para que o massacre não fosse ainda pior.
Outros, preferiram falar de um vexame mais recente no futebol. O fato de, na véspera, o Bahia não conseguir vencer (em casa) o modesto time do Sampaio Correa e perder a oportunidade de sagrar-se bicampeão da Copa do Nordeste. Uma festa linda preparada, mais de 45 mil pessoas no estádio (entre elas eu!), recorde de público da Arena Fonte Nova, e uma decepção do tamanho da expectativa.
Não foi apenas o futebol que movimentou as redes. Logo depois do almoço começou a "novela" jurídica-partidária que envolvia a soltura do ex-presidente Lula (preso desde abril). O "solta-prende" rendeu memes, discussões acaloradas e revelou uma série de juristas ocultos. No final, Lula continuou preso. Logicamente eu tenho a minha opinião sobre o assunto, mas não quero escrever textão hoje. Acho que se eu disser que sou esquerdista, feminista e a favor dos direitos humanos eu concedo as meias palavras para os bons entendedores. E elas bastam.
O fato é que dos três assuntos que a sabedoria popular diz que não devemos discutir (política, religião e futebol), somente um não esteve (oficialmente) em pauta nas redes sociais neste domingo.
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