Há 16 anos, nesta data, estávamos comemorando a conquista da quinta estrela, da quinta Copa. É o jogo contra a Alemanha em mundiais que a gente gosta de lembrar, que gosta de rever os gols. A seleção não fez um pré-temporada das melhores, conquistou a vaga nas eliminatórias na última rodada e ficou em terceiro lugar. Não chegou à Ásia como favorita - muito longe disto por sinal. Ah, mas a seleção cresceu durante a competição! E como cresceu! O time deu liga. O quarteto mágico (Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos e Rivaldo) encantava.
Ronaldo mostrou que impossível é somente aquilo que a gente não deseja de verdade. Pouco antes da Copa sofreu uma grave contusão e (quase) todos apostavam que a participação dele no mundial não aconteceria pelo pouco tempo que havia para a recuperação. Eu acreditava, sempre acreditei. E ele estava lá, com um corte de cabelo controverso e apelidado de Cascão e jogando melhor a cada partida. Eleito, merecidamente, melhor jogador do mundo naquele ano.
E como o momento saudosista bateu, vamos rever os dois gols da final contra a Alemanha. O primeiro deles mostra porque eu sempre admirei o fenômeno Ronaldo.
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