Celular toca no meio da tarde, número desconhecido. Durante cinco segundos eu alimento a dúvida sobre atender ou não atender, mas decido atender. Do outro lado, uma voz simpática se apresenta como consultor da operadora x e me pergunta se eu tenho internet em casa e se estou satisfeita com a minha operadora. Eu respondo que sim. A voz simpática do lado de lá tenta insistir com um convite "a senhora não gostaria de ouvir sobre os nossos pacotes? temos ótimas opções". A voz do lado de cá (acho que simpática também), responde com a sinceridade que lhe é peculiar: "não adianta perder seu tempo e o meu, não há disponibilidade de instalação para a minha residência".
Um pequeno parêntese: eu era cliente desta operadora, mas quando mudei de residência fui informada que não havia disponibilidade para instalação no meu novo endereço. Lá se vão quatro anos, mas ainda não resolveram a questão (vira e mexe alguém comenta sobre isso no grupo do condomínio porque acabamos ficando com praticamente uma única opção). Sigamos o relato.
Um pequeno parêntese: eu era cliente desta operadora, mas quando mudei de residência fui informada que não havia disponibilidade para instalação no meu novo endereço. Lá se vão quatro anos, mas ainda não resolveram a questão (vira e mexe alguém comenta sobre isso no grupo do condomínio porque acabamos ficando com praticamente uma única opção). Sigamos o relato.
A voz simpática não se dá por vencida e me pede o CEP do endereço para verificar. Claro que acrescenta o bom e velho "sem compromisso" no final da frase. A voz do lado de cá (acho que ainda simpática), sabendo qual seria a resposta, resolve se divertir deixando a pessoa sem graça. Informo o CEP e acho que não consigo disfarçar um sorrisinho de "eu avisei" quando a voz simpática fala, sem graça como esperado, que "realmente não há disponibilidade". A-ha! Não era uma desculpa criativa da cliente, era verdade! O cliente tem sempre razão!
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