Não, a postagem não é sobre peças do vestuário. É sobre o grupo musical que tem 35 anos de carreira e veio a Salvador ontem apresentar o novo show. Com músicas novas e antigos sucessos no repertório, o Roupa Nova animou os soteropolitanos por mais de duas horas. Com as letras na ponta da língua, o público cantou do início ao fim. O palco da festa: a Concha Acústica do Teatro Castro Alves, no centro de Salvador.
A Concha tem uma energia diferente, é uma espécie de caldeirão musical onde artistas e fãs ficam bem próximos. Já ouvi vários cantores renderem elogios ao local em entrevistas e, realmente, é muito bom. Na Concha eu já cantei com Ana Carolina, Djavan, Lulu Santos, Maria Bethânia, Paralamas e Titãs, Kid Abelha. Sempre apresentações muito boas, não tem como explicar a magia que acontece quando os primeiros acordes começam.
Desde criança eu gosto do trabalho musical da banda, mas nunca estivera em um show. E há muito tempo eu não ia à Concha Acústica. Eu sei as razões disso, mas são pessoais demais para serem expostas aqui. O fato é que ontem foi o dia do encontro e do reencontro. Encontrar o Roupa Nova e reencontrar a Concha. O show foi simplesmente M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O!!!! No final (final mesmo, depois do bis), os músicos fizeram a festa da plateia jogando palhetas das guitarras e baixos, as batutas da bateria e as toalhas (brancas) que eles usaram para enxugar o suor durante a apresentação.
E, pasmem! Eu, marinheira de primeira viagem, peguei uma das toalhas! A minha amiga e a prima dela, que me fizeram companhia nesta noite incrível, já estiveram em um milhão de apresentações do grupo e nunca conseguiram agarrar nenhum dos "brindes". Sorte de principiante? De onde será que vem essa crença? A seguir, cenas do próximo capítulo. Falarei sobre isto na postagem de amanhã, com base em algumas pesquisas rápidas da internet e, claro, na minha visão sobre o assunto. Promete!
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