A expressão que utilizei no título vem de um experimento de mecânica quântica de Schrodinger. Não me atreverei a explicar, recorram ao Google por gentileza. Há outra versão que defende que a expressão surgiu na Idade Média, quando as pessoas associavam o gato (principalmente o preto) a coisas ruins e montavam armadilhas para exterminá-los. Curiosos por natureza, os bichanos acabavam vítimas fatais. Sinceramente, prefiro esta versão. Aceitarei como minha verdade.
Não condeno a curiosidade. O que seria da ciência sem ela? Eu tenho uma natureza curiosa. Consigo me ver perfeitamente na definição do dicionário porque gosto de experimentar, de conhecer coisas novas. Prezo muito pela segurança e isto, algumas vezes, é um conflito, porque me leva ao cálculo dos riscos (e a curiosidade os despreza). Epa! Aqui não é um divã para mim mesma...
Estou em uma fase em que a natureza curiosa está ainda mais latente. Em parte, pela volta aos estudos, pela motivação em conhecer uma área que me encanta mais e mais a cada dia. Opa! Acho que posso escrever exatamente a mesma frase em relação a uma determinada pessoa ... eu me encanto mais e mais a cada dia. E olha que eu ainda não conheci nada, mas a profundidade daquele olhar é um convite para me jogar sem amarras. É como a imensidão do mar, eu sei que posso me afogar, mas aqui estou disposta a correr os riscos, calculados ou não.
A curiosidade matou o gato e agora guia a gata (péssimo trocadilho, eu sei, mas me permito um autoelogio de vez em sempre).
A curiosidade matou o gato e agora guia a gata (péssimo trocadilho, eu sei, mas me permito um autoelogio de vez em sempre).
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